terça-feira, 12 de maio de 2015

Upcycling - O que é?

Há vários verbos "ecológicos" que se podem (e devem) conjugar em prol da poupança ambiental. Os dos 4 R's (Reduzir, Reutilizar, Reciclar, Restaurar) fazem parte dessa lista e quando usados activamente, ajudam a reduzir o lixo que criamos e a poupar o Planeta e suas matérias-primas.

Mas existe outro verbo "ecológico" que é cada vez mais usado. Ainda não teve as honras de ser traduzido para português, mas devemos usá-lo o mais que podemos. O verbo em questão é Upcycle e a forma mais usada e conhecida é Upcycling.

E o que é isto de Upcycling e o que é que pode fazer para ajudar o Ambiente?

Upcycling é o processo usado para transformar materiais ou objectos em fim de vida (que de outra forma iriam para o lixo ou reciclagem), em outros materiais ou objectos mais úteis, de melhor qualidade e com uma nova vida e utilidade (e muitas vezes mais bonitos...).

(lâmpadas transformadas em jarras - imagem daqui)
Só o facto de se retirar do lixo algum material, já é por si só uma vantagem para o Ambiente. Dar-lhe um novo propósito e usá-lo como se fosse uma matéria-prima nova, para além de ajudar o Ambiente, ajuda também a nossa "carteira", e isso é sempre bom :)

Há quem defenda também que, antes de se pensar em Reciclagem, se deve fazer o Upcycling possível dos materiais. A Reciclagem é um processo considerado ecológico, na medida em que permite a redução de consumo de matérias-primas da natureza (por ex. a reciclagem do papel evita o corte de árvores), mas para haver reciclagem de materiais, tem que se gastar energia. Com o Upcycling não existe esse gasto energético e muitas vezes a matéria-prima está na nossa casa, logo não há gasto de combustível (significativo) no transporte do mesmo.

(paletes transformadas em sofá de exterior - imagem daqui)
E incorporar este conceito no dia-a-dia até é fácil: de t-shirts velhas faz-se trapilho para tapetes; de paletes de madeira faz-se mobiliário de jardim; de talheres velhos fazem-se cabides; de cápsulas de café fazem-se colares... 

(conjuntos de chávenas e pires ganham nova vida num abajour - imagem daqui)
São tantos os exemplos quanto a nossa imaginação permitir. 

Vamos "Upcyclar"? 

terça-feira, 28 de abril de 2015

A Horta de Abril (2015)

Abril está quase no fim e começam-se a ver resultados do trabalho na horta.

As cebolas plantadas no Outono, já estão quase, quase prontas para apanhar! Vêm mesmo a tempo, porque as cebolas do ano passado já acabaram no início do mês.


O chuchu já está novamente a rebentar. Depois do desastre da primeira experiência (em que nasceu uma pontinha, mas que não vingou), descobriu-se o sítio perfeito para ter chuchus e no ano passado foram aos montes. Ainda sobraram uns 3 ou 4, que entretanto já estão a grelar, prontinhos para ir para a terra.


As ervilheiras já deram 4 orgulhosas vagens.


Agora é só esperar que continuem a dar mais, pelo menos, flores não faltam. Estas vão para uma caixa há espera de mais algumas, pois ainda não dão nem para colorir um arroz :)


Este ano, pela primeira vez, vamos ter maçãs Fuji. Esta macieira foi plantada quando voltámos para o campo (2/3 anos) e ainda não tinha dado nada. Mas este ano já está assim: cheia de maçãzinhas! Fiquei tão contente quando vi. Adoro esta variedade de maçãs e saber que as vou ter  ao alcance da mão, sem químicos, totalmente biológicas, deixa-me absolutamente extasiada (e desejosa de lhe meter o dente).


Quando plantámos a macieira, também plantámos um limoeiro e uma clementineira. Esta última até agora só deu folhas e mais folhas, mas penso que seja normal. 
Na semana passada é que descobri no limoeiro, este botãozinho cor de rosa (a fotografia não está muito boa, mas acho que se consegue ver). Será que vou ter um limão?


Próximos capítulos na Horta : 
- plantar tomates, pimentos e pepinos;
- semear curgetes e feijão.
- ...

E vocês, que têm na horta? Ou o que gostariam de ter?

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Como acabar com os pulgões


Há alguns dias atrás, vi que as minhas favas estavam carregadas de pulgões. Começaram a ficar amareladas no fundo e quando vi melhor, lá estavam os "bandidos", escondidos nas folhinhas novas. Já no ano passado esta praga se passeou pela minha horta, sem pedir licença a ninguém!

(conseguem ver os pulgões dentro das folhinhas novas?)
Este ano, decidi que tinha que encontrar uma solução, de preferência mais ecológica. Em conversa com a minha mãe, perguntei-lhe o que haveria de fazer para acabar com esta praga, que andava a "sugar" as minhas faveiras. A sua resposta: "- Arranja joaninhas, que elas comem os pulgões."

Pois, a verdade é que eu já não me lembro de ver joaninhas há algum tempo (há anos, para ser mais precisa...) e deve ser por isso que os pulgões andam a flagelar a minha horta. 

Enquanto as joaninhas não voltam às imediações, experimentei borrifar as faveiras com uma solução de água e sabão azul*.


A eficácia desta solução ainda está a ser testada (pois cada vez que borrifo as faveiras, mais tarde ou mais cedo acaba por chover e eliminar a solução), mas já noto que os "inquilinos indesejáveis" são menos, por isso já posso considerar um teste positivo. Vou utilizar mais uns dias, para ver o que dá.

*Solução de água e sabão azul:
 - raspas de sabão azul (usei o raspador da cozinha, para ficarem raspas mais finas)
- água morna q.b.(para desfazer as raspas de sabão mais facilmente)

Juntar tudo num frasco com vaporizador e agitar até desfazer o sabão e ficar o líquido ficar com uma tonalidade azulada (como na imagem). Deixar arrefecer e vaporizar directamente nos pulgões.
Eu reaproveitei um frasco de um produto capilar, que já estava para ir para a reciclagem, mas que assim ganhou uma nova utilização e uma nova vida :)

E vocês, o que fazem para combater esta praga?

*   *   *

Nota da autora: Ontem foi o Dia da Terra, nunca é demais assinalar. Mas mais do que divulgar, festejar ou assinalar a festividade, há que fazer alguma coisa real para proteger o nosso "lar". Todos os gestos contam, por mais pequenos que sejam, desde que se façam :)

sábado, 11 de abril de 2015

Sugestão de Fim de Semana - As praias de Paraty

É fim de semana!! E para começar da melhor maneira, que tal mais uma bela sugestão de passeio, no meio da Natureza? Desta vez a minha dica é para a zona do Rio de Janeiro, mais especificamente Paraty, com tudo de bom que esta zona tem para oferecer.
O município de Paraty fica localizado no litoral sul do Estado do Rio de Janeiro, um destino turístico conhecido pela arquitectura colonial, pelos grandes eventos internacionais que proporciona, mas é ainda mais conhecido pelas suas belezas naturais (que é o que nós tanto gostamos).
Como todos os bons destinos do Litoral, é claro que não falta qualidade em praias. E Paraty abriga mais de cinquenta delas!
Começando pelas praias mais próximas do centro, a Praia do Jabaquara é a maior e uma das mais bem frequentadas, já que tem fácil acesso aos principais pontos comerciais e turísticos. Esta costuma ser a preferida das famílias, principalmente com crianças, pois não possui ondas, e é ótima para velejar ou até mesmo aproveitar as gaivotas (pedalinhos, no Brasil). Se gostam de desporto/esporte, o Windsurf, a Canoagem e Caiaques são algumas das actividades disponíveis para se fazer. Na zona existe também uma ciclovia.
A Praia do Pontal é mais uma praia no centro, com muita animação e com inúmeras opções de bares, lojas, restaurantes e todos os tipos de comércios e atracções. Como a anterior, abriga alternativas diferenciadas de hotéis, pousadas e restaurantes para todos os gostos. Ali perto se encontra o Forte Defensor Perpétuo, um ponto de onde se tem uma vista privilegiada da Baía de Paraty e de todo o Centro Histórico. 
(Forte Defensor Perpétuo -Imagem daqui)
Com águas cristalinas e cercadas de matas nativas, as belas praias de São Gonçalo e do Sono são outras das mais conhecidas. A primeira, com um mar calmo e seguro, atrai turistas de todas as idades pelas opções de lazer que oferece. Bares e quiosques agitados e ao mesmo tempo pontos tranquilos e restaurantes de qualidade. Como é uma praia grande, uma dica é aproveitar o bom tempo para alugar caiaques, barcos ou até mesmo um banana-boat.
(Imagem daqui)
A Praia do Sono, com suas águas azuis, transparentes e areia branca fazem parte da paisagem de uma pequena comunidade de pesca (que maravilha poder ver ao vivo, estas cores), tendo trilhos e várias opções de caminhadas, que vão em direcção a piscinas naturais. 
A única forma de dormir perto desta praia é acampando, o que pode ser uma experiência bastante interessante.
(Imagem daqui)
Algumas praias têm acesso apenas por barco, mas são igualmente belas e merecem ser destacadas, como é o caso das Praias da Lula, Vermelha (com suas areias avermelhadas) Praia Grande, Prainha, Pouso da Cajaíba... É só escolher :) 
Para quem gosta de caminhadas pela Natureza, tem também em Paraty muitas opções, com acessos a trilhas, cachoeiras e outras belas paisagens.
Cada local tem o seu charme e há no município de Paraty opções para turistas de todas as idades, em qualquer época do ano. Desde arquitectura e História, a desportos de aventura e aquáticos, passando por praias e cachoeiras, e também comércio e animação, é definitivamente, um destino paradisíaco a visitar.

Para saber outras informações sobre as praias de Paraty, bem como Pousadas e Restaurantes, é só visitarem o sítio do Roteiro de Turismo, aqui neste link:

Gostaram desta sugestão? Quem  conhece, partilhe connosco a sua opinião e suas experiências :)
 
Bom fim de semana!
 
(este post é uma colaboração entre o "Ecológica, quem? Eu?" e o site  "Roteiro de Turismo")

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Como fazer uma horta na varanda - Parte II

Muitas vezes, quando se pensa em fazer uma horta na varanda, acha-se que é uma tarefa hercúlea, quase mágica, que nem todas as pessoas conseguem (só as que têm magia nos dedos...), as varandas têm que ser "especiais de corrida"... 
Nada disso!
Para se conseguir ter, com sucesso, alguns vegetais a crescer na nossa varanda, o segredo é: trabalho. Trabalho e mais trabalho.
Numa varanda, tal como num quintal, é preciso cuidar da horta, regar, ter atenção às pragas e bichos, ver quais são as culturas que são melhores para o nosso tipo de varanda e clima e consciencializar-nos de que iremos precisar de paciência, trabalho, carinho e não desistir! 
Quem quer realmente cultivar na varanda, terá muitas vezes que aprender com a própria experiência: tentativa, erro, nova tentativa, sucesso :) Principalmente, se não tiver experiência prévia no cultivo.

A Varanda

Quando eu tive a minha pequenina horta na varanda, as dificuldades maiores que tive foram com a varanda. Era de bom tamanho, mas muito exposta aos elementos, ou seja, quando estava calor torrava as minhas plantinhas, quando havia frio danificava tudo, quando chovia encharcava demais os vasos, enfim, uma trabalheira. Mesmo assim não desisti. Improvisei uma (espécie de) estufa, com plástico de jardim, que protegia os vasos do tempo extremo.
(Imagem Pinterest)
Quando a varanda não é abrigada, o melhor é ter algo que a proteja, seja uma estufa (como na imagem acima), uma estante que já não se use, forrada com plástico, colocar caniçado (pode-se encontrar nas lojas de  bricolagem e jardim) a forrar a varanda, ou até podem usar chapéus de chuva :)  A imaginação pode e deve ser uma boa aliada nesta tarefa.

Para quem tem uma varanda pequena, mas que mesmo assim quer ter os seus legumes à mão, saiba que existem inúmeras soluções, tantas quantas a imaginação permitir. 


(Imagem daqui)
Desde usar uma estante ou treliça cheia de vasos ou embalagens reutilizadas, até aos objectos mais inusitados, como um organizador de sapatos (imagem acima), vale tudo. O importante é a vontade de se querer ter uma horta na varanda.

As hortas verticais são uma realidade e consegue-se ter os mesmos resultados. Mesmo para quem tem uma varanda com espaço suficiente, fazer uma horta vertical é uma ideia para otimizar espaço e culturas, já que se consegue colher o mesmo, com menos espaço :)

Partilhem comigo as vossas experiências e estejam à vontade para colocar as vossas dúvidas.

* * *

Aproveito para desejar a todos vocês uma boa Páscoa e um ótimo fim de semana!

sexta-feira, 27 de março de 2015

Sugestão de Fim de Semana - Trilhos e Cachoeiras em Cunha

O fim de semana está a chegar e é sempre bom ter uma dica de como passar o tempo, principalmente se for no meio da bela Natureza :) e se pudermos levar família e amigos. A minha sugestão para este fim de semana é para os meus leitores e amigos do outro lado do Atlântico, principalmente do Brasil, que muito me têm acompanhado e dado força e incentivo, ao longo destes cinco anos de blog.
 
Eu proponho que vão explorar o tranquilo município de Cunha, no leste do Estado de São Paulo. Este município é a estação climática que conserva a maior reserva de Mata Atlântica do Brasil. As opções de turismo da natureza, ou ecoturismo, encontradas na região são muitas, entre trilhas e cachoeiras que sugerem bons passeios para as pessoas que buscam relaxar e estar mais próximos da natureza.
 
 
O Parque Estadual da Serra do Mar é o núcleo de Cunha e disponibiliza um grande espaço de lazer para os visitantes, com exposições sobre o parque, monitores e rica biodiversidade. De lá, é possível encontrar três opções de trilhas para se fazer. A única que pode ser realizada sem acompanhamento de guia é a Trilha do Rio Paraibuna, com 1.700 metros. Outra boa opção de ecoturismo é para a Trilha do Outro, bem característica para a cultura local. 

Já para as Trilhas do Rio Bonito (7.700 metros) e das Cachoeiras (14.400 metros), é necessário a companhia de guias especializados. Os mesmos ficam à disposição, gratuitamente, nos fins de semana e feriados prolongados, com saída às 9h. A primeira trilha é realizada aos sábados e a segunda aos domingos. Uma dica é ir preparado com lanches, água, boné ou chapéu, protetor solar e roupas confortáveis. 
 
(Foto daqui)
Entre as principais quedas d’água de Cunha está a Cachoeira do Pimenta e a do Desterro, ambas com acesso pela Estrada do Monjolo. De fácil acesso, a primeira localiza-se ao lado do Museu de Energia da antiga Usina Hidrelétrica, e é ótima para o banho. Em dias de sol, é possível fazer a descida na estradinha de terra até bem próximo das águas. 
 
Para chegar até a segunda, mais próxima do centro, o visitante deve observar no km 11 da estrada, a placa que indica a subida com calçamento. O estacionamento fica próximo aos bambuzais, dentro da porteira. Após 300 metros de caminhada, é possível encontrar as duas quedas da cachoeira do Desterro, com volume significativo e águas cristalinas propícias para o banho.
 
 
 
Em Cunha, outras belas cachoeiras estão presentes, como a Cachoeira da Barra, com cerca de cinco metros de altura (sendo curiosa por terminar em um poço largo com uma prainha de areia), a Cachoeira dos Pilões, que conta com várias quedas d’água, mas precisa de autorização do parque para visitá-la, e a Cachoeira do Paraitinga, situada na beira da estrada que vai para Campos Novos e com piscina natural e também uma pequena praia de areia. 

Se quiserem mais informações sobre restaurantes e pousadas em Cunha, para poderem apreciar esta beleza toda, visitem o site do Roteiro de Turismo, que lá vão encontrar tudinho:
 
Gostaram da sugestão?
 
Bom fim de semana!
 
(este post é uma colaboração entre o "Ecológica, quem? Eu?" e o site  "Roteiro de Turismo")

segunda-feira, 16 de março de 2015

Como fazer uma horta na varanda: Parte I

Como já partilhei com vocês anteriormente, os meus pais vivem num apartamento, mas mesmo assim têm uma horta. Onde? Na varanda, pois claro.

Cada vez mais se fala na importância do que comemos e da proveniência dos nossos alimentos. Isso leva a que cada vez mais pessoas, mesmo as que vivem em apartamentos, se aventurem a ter uma horta.

(Imagem daqui)

Eu acho que é um bom projecto, ter uma horta na varanda. Eu própria, quando vivia na cidade, tive uma pequena horta, com alguns vasos. Na altura não tinha tanta prática no cultivo, mas mesmo assim experimentei e gostei dos resultados.

Apesar de ser a favor das pessoas que se aventuram a ter (e manter) uma horta num apartamento, imagino que possa ser um projecto um pouco assustador, principalmente para quem nunca teve nenhum contacto com o campo, agricultura ou qualquer tipo de cultivo, para além de um cacto num vaso :)

Assim, distribuindo por vários posts, irei dar algumas dicas e partilhar alguma informação, para ver se as hortas nas varandas se espalham por esse Portugal fora (e mais além, se possível).

Antes de tudo, tem que haver certas condições para se poder fazer uma horta na varanda:

1º - Ter uma varanda :) 

2º - Ter vasos ou outros recipientes que possam servir como vasos, tais como, caixas de gelado/manteiga, garrafões cortados, latas grandes... Convém que tenham um tamanho razoável, para as raízes estarem "à vontade" e as plantinhas possam crescer livremente.

3º - Ter substrato ou terra. Por experiência própria, aconselho que seja usado o substrato, pois se for terra corre-se o risco que hajam sementes de ervas daninhas e que, quando se semeie alguma coisa, a sementeira seja "engolida". Antes usava terra porque não queria gastar dinheiro. Mas aconteceu-me algumas vezes essa situação e é muito frustante. Quando comecei a usar o substrato, deixou de me acontecer. Vale bem o investimento.

4º - Ter sementes, rebentos de plantas e/ou plantinhas de alfobre. Para iniciantes aconselho as pequenas plantinhas e não as sementes, por uma questão de facilidade e porque não demora tanto tempo a ter resultados, o que é sempre uma mais valia :)

5º - Pôr as mãos à obra e plantar! Ou semear!

Para início, aconselho umas alfaces ou ervas aromáticas. Mas a beleza de se ter uma horta na varanda é que se pode ter vegetais tão diversos como couves, tomates, cenouras, feijão verde, pimentos, alho francês... tudo à mão. Há até quem tenha limoeiros!
Tudo depende da área disponível, da altura do ano e do esforço de cada um.

Inspirados? Entusiasmados? Quem é que vai começar já a pôr vasos na varanda?

Partilhem comigo as vossas experiências e estejam à vontade para colocar as vossas dúvidas.